Em palestra no Seminário das Séries A e B, realizado pela CBF em um hotel na Zona Oeste do Rio de Janeiro, o diretor de competições Virgílio Elísio divulgou que, a patir desta temporada, jogadores que defenderem uma equipe por uma partida na Primeira Divisão do Brasileirão não poderão vestir a camisa de outro clube no mesmo campeonato.Até 2008, existia um limite de seis jogos disputados para que um atleta pudesse trocar de time no meio do torneio.O evento da CBF foi aberto nesta quarta-feira pelo presidente Ricardo Teixeira, que exaltou o sucesso do Campeonato Brasileiro disputado por pontos corridos. A edição deste ano, a sétima seguindo o formato, começa no sábado.
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quarta-feira, 6 de maio de 2009
Jornalistas de todo o país analisam a capa da Tribuna

A polêmica capa do jornal Tribuna do Paraná do último dia 27 de abril rompeu as fronteiras do Paraná e virou tema de debate em diversos lugares do Brasil. A Furacao.com entrou em contato com diversos ícones do jornalismo esportivo de todo o país. Nossa reportagem pediu para esses especialistas analisarem o conteúdo do capa do ponto de vista jornalístico. A opinião é quase unânime: a edição passou do ponto do humor para ir para o lado da ofensa, do mau gosto.O gaúcho David Coimbra, 47 anos, editor executivo de Esportes e colunista do jornal Zero Hora, não gostou do conteúdo. "Não diria que a capa foi ofensiva. Diria que foi de mau gosto", ponderou Coimbra, formado em jornalismo pela PUCRS. A Zero Hora é o sétimo jornal de maior circulação do Brasil e seu editor de esportes sabe bem o que é lidar com a paixão de torcidas, já que reconhecidamente Grêmio e Internacional têm grande rivalidade.O jornalista Diogo Olivier, 37 anos, repórter especial da ZH, concordou com Coimbra. "Não tinha visto esta capa. Achei de gosto péssimo, jornalisticamente falando e também em relação ao atleta", avaliou Olivier, que tem no seu currículo oito prêmios de jornalismo e cobriu duas Copas do Mundo.A capa da Tribuna também foi reprovada por Sidney Garambone, 43 anos, formado em jornalismo pela UFRJ, mestre pela PUC-Rio, três livros publicados e uma carreira de mais de duas décadas com passagens por Jornal do Brasil, O Globo, O Dia e IstoÉ. "Achei terrível a capa. Péssimo gosto. Já sou contra o famoso "tomou de quatro", imagine desta forma explícita. Acho que o jornalista foi infeliz ou talvez não tenha percebido como poderia agredir leitores", afirmou Garambone, que participou da cobertura de três Copas do Mundo e atualmente é editor-chefe do Esporte Espetacular, da Rede Globo, e comentarista dos programas Arena Sportv e Bem, amigos!.Para Sérgio Xavier Filho, 42 anos, diretor de redação da Placar, a mais importante revista esportiva do Brasil, é preciso considerar a linha editorial da Tribuna. O jornalista gaúcho, que já trabalhou no Estado de S. Paulo e na IstoÉ e hoje coordena o projeto Jornal Placar (um veículo recém-nascido com circulação de 80 mil exemplares/dia), considera que a principal função do jornalismo é informar e ajudar o leitor, mas sem deixar de considerar o aspecto comercial. "Bem ofensiva, extremamente. Difícil argumentar contra fatos e fotos. Agora tem um detalhe. É preciso ver o contexto. O jornal é popular, trabalha com uma linguagem direta, agressiva, no melhor estilo tablóide inglês. A capa está dentro desse limite. Para o padrão convencional de jornalismo, é mau gosto puro. Para o padrão popular de jornalismo, é preciso reconhecer: uma capa que funciona na banca", explicou.Paranaenses também opinamEntre os jornalistas paranaenses, a avaliação é similar. A Furacao.com entrou em contato com vários profissionais de diversos veículos. Alguns preferiram não se manifestar sobre o assunto.O jornalista Tiago Pereira, carioca de 27 anos, correspondente do LANCE! no Paraná, chegou até a achar que a capa era uma montagem. "Acredito que passou um pouco do ponto do humor, se a intenção era essa. Assim que olhei a capa achei que era uma montagem ou charge de algum torcedor coxa-branca. Acho que a capa poderia ter sido levada para a festa do Coritiba na Arena, mas com certeza a escolha foi tomada para ter essa repercussão. No entanto, acredito que o jogador deveria ter sido poupado", disse Tiago, lembrando dos efeitos que a capa causou ao atleta Júlio César.
Para Lycio Vellozo Ribas, secretário de redação do Jornal do Estado, o primeiro problema da capa é a diagramação do texto: "Vamos começar pelo mau gosto e pela questão ofensiva. A própria publicação da foto expõe o jogador a uma situação constrangedora. E tudo piora ao se colocar o "4" bem no meio do traseiro. Ouvi um comentário que a Tribuna não inventou a foto, nem o placar de 4 a 2. De fato. Só que isso não justifica, já que a Tribuna editou a capa da maneira que foi publicada, mesmo tendo outras "N" opções possíveis". Do ponto de vista jornalístico, Lycio critica o destaque dado à derrota do Atlético e não à vitória do Coritiba. "Da maneira que o conjunto “foto + manchete” foi publicado, dá a impressão que o Atlético jogou com alguém como o Cruzeiro, o Botafogo, o Goiás. Fora a questão do mau gosto, uma capa dessa forma seria aceitável se fosse contra um time de fora do estado, uma vez que a Tribuna não circula além da Região Metropolitana e Litoral. Mas não. Foi contra o Coritiba, um time que, na ótica de um jornal imparcial, tem o mesmo peso que o Atlético. Trocando em miúdos: a capa desagradou a gregos e troianos. Ofenderam os atleticanos e irritaram os coxas-brancas", comentou o jornalista, que é também editor de Esportes do JE.O repórter fotográfico Valquir Aureliano, que já trabalhou na Tribuna do Paraná, comparou esta capa à outra polêmica do jornal. "Achei esta capa tão ofensiva quanto uma feita há alguns anos, quando ainda era repórter fotográfico da Tribuna, que se referia a uma derrota do Coritiba após uma sequência de vitórias. A capa dizia: “cai o cabaço alviverde”. Lembro-me que no jogo seguinte os torcedores coxa queriam a nossa pele, ficaram muito revoltados. O mesmo está acontecendo agora. Conheço bem o diretor e o editor do jornal, sei qual a preferência de clubes deles. Mas achei forte pela situação. Poderia usar a mesma foto, mas não com um texto tão apelativo como este. Poderia ser: “Atlético cai de 4 em plena Arena”, com o texto sendo colocado acima da cabeça do Júlio César. Seria normal pela situação, mas no meio das pernas do cara ficou forçado", opinou o fotojornalista.Debate chega aos bancos universitáriosNão é apenas entre torcedores atleticanos ou no universo esportivo do país que a capa da Tribuna do Paraná virou tema de discussões. Nos bancos universitários, professores de diversas disciplinas de Jornalismo discutiram, com alunos e colegas de universidade, a polêmica.Luiz Paulo Maia, professor de Teoria e ética do Jornalismo na Universidade Federal do Paraná, contou à Furacao.com que não se sentiu ofendido com a foto, mas fez ressalvas quanto ao posicionamento do texto na capa. "Como atleticano, fiquei triste com a derrota, mas não considero a capa ofensiva. Afinal de contas, não perdemos de quatro? E a foto está ótima. Apenas considero ofensiva e desnecessária a colocação do número quatro. A mesma foto com o placar teria o mesmo efeito", explicou Maia.Para Chico Vargas, professor do curso de jornalismo da Universidade Tuiuti do Paraná, a recente revogação da Lei de Imprensa não pode representar um abuso por parte da imprensa. "Considero a escolha da capa da Tribuna do Paraná de extrema infelicidade, pela exposição desnecessária do jogador Júlio César ao ridículo, por estar de quatro no gramado, e é sabido que isso remete a várias interpretações depreciativas e vexatórias. E, uniformizado, colocou no mesmo patamar a instituição que ele defende e toda sua torcida", criticou Vargas. "Acho que a parcialidade de ocasião é um recurso perigoso quando usado no jornalismo esportivo, principalmente em clássicos do futebol, pois o leitor é passional. Sou partidário, nesses casos, à valorização das qualidades do vencedor, apenas. Boas imagens, títulos e diagramação já são ferramentas suficientes à criatividade e consequente sedução do leitor à aquisição do veículo", concluiu.Explicações da TribunaA Tribuna do Paraná se manifestou sobre o assunto no dia seguinte à capa. O diretor de redação, Rafael Tavares, assinou um texto esclarecendo a elaboração da capa. "Mas não há como negar que a imagem escolhida traduzia o jogo. Não o atleta, mas o Atlético, daquela forma, vestindo um jogador que há tempos vem sendo verborragicamente criticado por muitos dos autores das mensagens que chegaram à Redação. Sim, o Atlético perdeu de 4. No placar, duelando bravamente em campo. E foi este o intento da capa. Resumir na imagem captada o resultado de um jogo surpreendente, sem macular a imagem de quem quer que seja, ferir paixões ou invocar o ódio de torcedores e leitores", defendeu o jornalista.
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"Melhor do mundo", Ronaldo preocupa zagueiro atleticano

A presença de Ronaldo em campo no confronto desta noite entre Corinthians e Atlético-PR, pela partida de volta das oitavas-de-final da Copa do Brasil, terá atenção redobrada do zagueiro Chico.
Preocupado com o atacante, que pode ser decisivo, Chico não quer dar espaços para Ronaldo e assim tentar sair na frente no placar para ampliar a vantagem atleticana. Como venceu por 3 a 2 o primeiro jogo, o Atlético-PR joga pelo empate nesta quarta-feira.
"O Ronaldo é o melhor jogador do mundo então temos que anular ele como aconteceu no primeiro jogo. Sabemos que qualquer espaço que dermos, ele faz a diferença", disse Chico.
Apesar de preocupado com Ronaldo, Chico não esconde a satisfação em enfrentar um ídolo.
"Jogar com ele é um sonho para qualquer jogador e para mim não é diferente. Porém, em campo isso não interessa e vou fazer o possível para ajudar o Atlético a passar de fase", reforçou o defensor.
"O Ronaldo é o melhor jogador do mundo então temos que anular ele como aconteceu no primeiro jogo. Sabemos que qualquer espaço que dermos, ele faz a diferença", disse Chico.
Apesar de preocupado com Ronaldo, Chico não esconde a satisfação em enfrentar um ídolo.
"Jogar com ele é um sonho para qualquer jogador e para mim não é diferente. Porém, em campo isso não interessa e vou fazer o possível para ajudar o Atlético a passar de fase", reforçou o defensor.
fonte:Terra

A melhor defesa é o ataque
Geninho promete Atlético ofensivo para não ser sufocado pelo Corinthians e voltar do Pacaembu classificado às quartas de final do torneio nacional
Atacar o Corinthians para não ser sufocado. Essa é a receita que o técnico Geninho pretende aplicar ao Atlético para voltar de São Paulo classificado às quartas de final da Copa do Brasil. Ao Rubro-Negro, basta o empate no jogo das 21h50, no Pacaembu. Mesmo assim, os atleticanos sabem que vão ser pressionados o tempo todo. Especialmente após terem cedido dois gols depois dos 41 minutos do segundo tempo no encontro da Arena – o folgado 3 a 0 transformou-se em um apertado 3 a 2.
Agora, com o Pacaembu lotado, o Furacão precisa segurar Ronaldo e companhia. Tarefa que o treinador da Baixada sabe bem como pode ser feita. Geninho já dirigiu o Alvinegro paulista em 2003 e 2006.
“A torcida leva eles para cima. Se você for lá e jogar atrás, é melhor nem ir. Dificilmente suportaria a pressão. Levando problema para o Corinthians já é difícil”, avalia o técnico. “Temos de tentar fazer um gol para dificultar ainda mais para eles”, emenda.
“A torcida leva eles para cima. Se você for lá e jogar atrás, é melhor nem ir. Dificilmente suportaria a pressão. Levando problema para o Corinthians já é difícil”, avalia o técnico. “Temos de tentar fazer um gol para dificultar ainda mais para eles”, emenda.
Na primeira vez em que trabalhou no Parque São Jorge, Geninho foi eliminado de uma competição de mata-mata (a Libertadores) dentro de casa. Como agora, o rival corintiano naquela oportunidade – o argentino River Plate – levava uma vantagem de um gol, pois havia vencido em Buenos Aires por 2 a 1 (no Morumbi, o placar também foi de 2 a 1 para o River).“Mas agora é bem diferente. Havia uma pressão muito grande da torcida pela Libertadores e o clima não era favorável. Hoje eles estão em lua de mel com o time”, diferencia o técnico.
No elenco campeão paranaense, outro especialista em Corinthians é o meia Marcinho. O jogador mais velho do Furacão em campo hoje (28 anos) atuou na base mosqueteira e depois nos profissionais entre 2001 e 2002.
“É uma torcida que apoia, mas também cobra e exige. Vamos atacar também”, avisa o camisa 10. “Pela idade sou o mais velho, mas é só conversar com os garotos aqui para ver que estão calejados. Jogaram Atletiba e tiveram a pressão de ganhar o Paranaense”, pondera.
Das revelações do Atlético que atuam hoje, apenas o lateral-direito Raul carrega a experiência de ter enfrentado o Timão no Pacaembu. Verdade que foi nos juniores (derrota por 2 a 1), mas o estádio estava repleto para a decisão da Copa São Paulo, em janeiro.
O camisa 2, um dos destaques do triunfo da semana passada em Curitiba, ganhou até elogios do técnico rival. Mano Menezes destacou a ofensividade do ala-direita.
“Ele até falou comigo após o jogo”, revela. “Tem uma torcida que inflama o time do outro lado, mas temos de estar focados no jogo. Dentro de campo o público não tem influência nenhuma. São onze contra onze”, afirma Raul, mostrando o espírito “sem medo” que toda a equipe garante ter para a missão desta noite.
Ao vivo
Corinthians x Atlético, às 21h50, na RPC TV, SporTV, ESPN Brasil e no tempo real aqui na Gazeta do Povo Online
Corinthians
Felipe; Alessandro, Diego, William e André Santos; Cristian, Elias e Douglas; Jorge Henrique (Morais), Dentinho e Ronaldo
Técnico: Mano Menezes
Atlético
Galatto; Rhodolfo, Antônio Carlos e Chico; Raul, Jairo, Renan (Gustavo), Marcinho e Márcio Azevedo; Wallyson e Rafael Moura
Técnico: Geninho
Estádio: Pacaembu. Horário: 21h50. Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (Fifa-RS). Auxs.: Paulo Ricardo Silva Conceição e José Antônio Chaves Franco Filho (RS)
FONTE: Gazeta do Povo
Tira-teima entra em campo
Um sonho em 90 minutos. Esta será a síntese perfeita para o duelo desta quarta-feira, às 21h50, entre Corinthians e Atlético, no estádio Pacaembu. A partida, válida pela Copa do Brasil, irá definir o classificado para as quartas-de-final do torneio. Considerada o caminho mais curto para a Libertadores da América, a Copa do Brasil se torna prioridade para as principais equipes brasileiras, como atleticanos e corintianos, neste momento da temporada. Mas o certo é que após os 90 minutos de jogo, apenas um clube seguirá sonhando com a conquista do título.
Ao Atlético, uma missão especial contornará o time ao entrar em campo nesta quarta-feira. Será a prova de fogo ao elenco Rubro-Negro depois da vitória por 3 a 2 sobre o mesmo Corinthians, na semana passada, na Arena da Baixada. O jogo desta quarta irá mostrar: aonde poderá chegar o Furacão em 2009?
Depois da vitória na semana passada (quebrando a série invicta corintiana) e o título do Campeonato Paranaense, muita expectativa há em torno dos limites dos comandados pelo técnico Geninho. Por isso, a partida no Pacaembu servirá como uma espécie de tira-teima: a vitória no primeiro jogo foi uma coisa ocasional ou o Furacão realmente poderá surpreender? A resposta será dada em campo, logo mais, pelos próprios atletas rubro-negros.
Confronto equilibrado
Outro tira-teima que entrará em campo nesta quarta-feira é quanto ao equilíbrio no confronto entre Atlético e Corinthians. O jogo válido pelas oitavas-de-final da Copa do Brasil é o 38º encontro entre os dois clubes. Até hoje, o Atlético venceu 12 vezes, o Corinthians 13 e houve ainda 12 empates. O Furacão marcou 59 gols e sofreu 58.
A primeira partida oficial entre os dois clubes foi em 21 de julho de 1930, no estádio Joaquim Américo, com vitória atleticana por 1 a 0. O último jogo foi na semana passada, também na Baixada e com nova vitória Rubro-negra, por 3 a 2.
Pela Copa do Brasil, os dois times se enfrentaram até aqui duas vezes, com vantagem paulista. A primeira vez, em 1997, o alvinegro perdeu por 2 a 1 no Morumbi mas conseguiu a classificação em Curitiba, ao vencer o Atlético por 6 a 2, no Pinheirão. Já em 2001, também pelas quartas-de-final, o Corinthians teve nova vantagem com o empate em 0 a 0 no estádio do Pacaembu e a vitória por 1 a 0 na Arena da Baixada.
No Pacaembu, Atlético e Corinthians se enfrentaram pela última vez em 2007, no dia 04 de novembro, em jogo válido pelo Campeonato Brasileiro. A partida terminou empatada em 2 a 2, com o Rubro-Negro vencendo até os 47 minutos do segundo tempo. Betão, Danilo, Alex Mineiro e Finazzi marcaram os gols do jogo.
Furacão joga com a vantagem
Após a vitória por 3 a 2 na semana passada, em Curitiba, o Atlético joga com a vantagem de poder empatar nesta quarta-feira para sair classificado do Pacaembu. Ao Corinthians, uma vitória simples ou por 2 a 1 serve para a classificação. No entanto, caso o Furacão marque mais de três gols no jogo, o time paulista precisará vencer por uma diferença de dois gols (na Copa do Brasil, os gols marcados fora de casa são critério de desempate). Caso o Corinthians vença por 3 a 2, a disputa irá para os pênaltis.
FONTE : Furacão.com
Um sonho em 90 minutos. Esta será a síntese perfeita para o duelo desta quarta-feira, às 21h50, entre Corinthians e Atlético, no estádio Pacaembu. A partida, válida pela Copa do Brasil, irá definir o classificado para as quartas-de-final do torneio. Considerada o caminho mais curto para a Libertadores da América, a Copa do Brasil se torna prioridade para as principais equipes brasileiras, como atleticanos e corintianos, neste momento da temporada. Mas o certo é que após os 90 minutos de jogo, apenas um clube seguirá sonhando com a conquista do título.
Ao Atlético, uma missão especial contornará o time ao entrar em campo nesta quarta-feira. Será a prova de fogo ao elenco Rubro-Negro depois da vitória por 3 a 2 sobre o mesmo Corinthians, na semana passada, na Arena da Baixada. O jogo desta quarta irá mostrar: aonde poderá chegar o Furacão em 2009?
Depois da vitória na semana passada (quebrando a série invicta corintiana) e o título do Campeonato Paranaense, muita expectativa há em torno dos limites dos comandados pelo técnico Geninho. Por isso, a partida no Pacaembu servirá como uma espécie de tira-teima: a vitória no primeiro jogo foi uma coisa ocasional ou o Furacão realmente poderá surpreender? A resposta será dada em campo, logo mais, pelos próprios atletas rubro-negros.
Confronto equilibrado
Outro tira-teima que entrará em campo nesta quarta-feira é quanto ao equilíbrio no confronto entre Atlético e Corinthians. O jogo válido pelas oitavas-de-final da Copa do Brasil é o 38º encontro entre os dois clubes. Até hoje, o Atlético venceu 12 vezes, o Corinthians 13 e houve ainda 12 empates. O Furacão marcou 59 gols e sofreu 58.
A primeira partida oficial entre os dois clubes foi em 21 de julho de 1930, no estádio Joaquim Américo, com vitória atleticana por 1 a 0. O último jogo foi na semana passada, também na Baixada e com nova vitória Rubro-negra, por 3 a 2.
Pela Copa do Brasil, os dois times se enfrentaram até aqui duas vezes, com vantagem paulista. A primeira vez, em 1997, o alvinegro perdeu por 2 a 1 no Morumbi mas conseguiu a classificação em Curitiba, ao vencer o Atlético por 6 a 2, no Pinheirão. Já em 2001, também pelas quartas-de-final, o Corinthians teve nova vantagem com o empate em 0 a 0 no estádio do Pacaembu e a vitória por 1 a 0 na Arena da Baixada.
No Pacaembu, Atlético e Corinthians se enfrentaram pela última vez em 2007, no dia 04 de novembro, em jogo válido pelo Campeonato Brasileiro. A partida terminou empatada em 2 a 2, com o Rubro-Negro vencendo até os 47 minutos do segundo tempo. Betão, Danilo, Alex Mineiro e Finazzi marcaram os gols do jogo.
Furacão joga com a vantagem
Após a vitória por 3 a 2 na semana passada, em Curitiba, o Atlético joga com a vantagem de poder empatar nesta quarta-feira para sair classificado do Pacaembu. Ao Corinthians, uma vitória simples ou por 2 a 1 serve para a classificação. No entanto, caso o Furacão marque mais de três gols no jogo, o time paulista precisará vencer por uma diferença de dois gols (na Copa do Brasil, os gols marcados fora de casa são critério de desempate). Caso o Corinthians vença por 3 a 2, a disputa irá para os pênaltis.
FONTE : Furacão.com
Atlético volta a atuar no esquema 3-5-2
Depois de montar um time mais ofensivo no jogo contra o Cianorte, na última rodada do Campeonato Paranaense, quando escalou o time no esquema 4-4-2, o técnico Geninho voltará a usar a formação tradicional, com três volantes, na partida contra o Corinthians, nesta quarta-feira, no Pacaembu. Desta forma, o Furacão volta a ser escalado no tradicional 3-5-2.
Em relação ao time que entrou em campo contra o Cianorte, Geninho poderá contar com o retorno de dois atletas. O lateral-esquerda Márcio Azevedo, que jogou bem contra o Corinthians na semana passada mas cumpriu suspensão no Estadual, e Marcinho, que também foi destaque no jogo da Copa do Brasil mas cumpriu suspensão no último jogo do Paranaense.
A dúvida de Geninho está quanto à posição que Chico atuará no time: como zagueiro ou volante. Disputam a vaga o zagueiro Gustavo e o volante Renan.
A provável escalação atleticana para o jogo é: Galatto; Raul, Rhodolfo, Antonio Carlos, Gustavo (Chico) e Márcio Azevedo; Jairo, Chico (Renan) e Marcinho; Wallyson e Rafael Moura.
Depois de montar um time mais ofensivo no jogo contra o Cianorte, na última rodada do Campeonato Paranaense, quando escalou o time no esquema 4-4-2, o técnico Geninho voltará a usar a formação tradicional, com três volantes, na partida contra o Corinthians, nesta quarta-feira, no Pacaembu. Desta forma, o Furacão volta a ser escalado no tradicional 3-5-2.
Em relação ao time que entrou em campo contra o Cianorte, Geninho poderá contar com o retorno de dois atletas. O lateral-esquerda Márcio Azevedo, que jogou bem contra o Corinthians na semana passada mas cumpriu suspensão no Estadual, e Marcinho, que também foi destaque no jogo da Copa do Brasil mas cumpriu suspensão no último jogo do Paranaense.
A dúvida de Geninho está quanto à posição que Chico atuará no time: como zagueiro ou volante. Disputam a vaga o zagueiro Gustavo e o volante Renan.
A provável escalação atleticana para o jogo é: Galatto; Raul, Rhodolfo, Antonio Carlos, Gustavo (Chico) e Márcio Azevedo; Jairo, Chico (Renan) e Marcinho; Wallyson e Rafael Moura.
FONTE : Furacão.com
Meia Marcinho retorna à equipe
O meia Marcinho, que ficou de fora da última partida do Campeonato Paranaense em virtude da suspensão pelo terceiro cartão amarelo, volta ao time do Atlético na partida desta quarta-feira contra o Corinthians, em São Paulo, válida pela Copa do Brasil. Ciente da responsabilidade e conhecedor da qualidade do adversário, o meia destacou que o Atlético tem que saber fazer uso da vantagem adquirida no primeiro jogo, na Arena, quando venceu a equipe paulista por 3 a 2. "Sabemos das dificuldades de enfrentar o Corinthians lá. Já joguei lá e sei que tem uma torcida que cobra e exige. Mas já mostramos dentro de casa que temos condições de jogar lá e vencer", disse.
Marcinho falou ainda sobre as polêmicas declarações de alguns jogadores do Corinthians, que já asseguram à classificação para a próxima fase. "Dentro de campo que conquistamos as coisas. Vamos ver o que vai acontecer. Mas falar é sempre válido, ainda mais em um momento de empolgação. Mas estamos concentrados no que podemos fazer", concluiu.
O meia Marcinho, que ficou de fora da última partida do Campeonato Paranaense em virtude da suspensão pelo terceiro cartão amarelo, volta ao time do Atlético na partida desta quarta-feira contra o Corinthians, em São Paulo, válida pela Copa do Brasil. Ciente da responsabilidade e conhecedor da qualidade do adversário, o meia destacou que o Atlético tem que saber fazer uso da vantagem adquirida no primeiro jogo, na Arena, quando venceu a equipe paulista por 3 a 2. "Sabemos das dificuldades de enfrentar o Corinthians lá. Já joguei lá e sei que tem uma torcida que cobra e exige. Mas já mostramos dentro de casa que temos condições de jogar lá e vencer", disse.
Marcinho falou ainda sobre as polêmicas declarações de alguns jogadores do Corinthians, que já asseguram à classificação para a próxima fase. "Dentro de campo que conquistamos as coisas. Vamos ver o que vai acontecer. Mas falar é sempre válido, ainda mais em um momento de empolgação. Mas estamos concentrados no que podemos fazer", concluiu.
FONTE : Furacão.com
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